O texto, sob perspectiva de uma mesa, disserta sobre a relação repressora existente entre os humanos e os objetos, indagando a superioridade de um sobre o outro. Aborda, com isso, os condicionamentos animados e inanimados dos quais os objetos são sujeitados, colocando em foco a necessidade de extinguir a valorização advinda como resultado dessa ação. Portanto, para o "objeto" narrador, a desvalorização da cultura (vista como conjunto de bens) é o seu objetivo principal, visando, com isso, que ela se torne uma insensatez aos seus próprios produtores, os humanos. Entretando, ao fazer isso, a 'senhora' mesa reconhece que só iria inverter os papeis: a humanidade somente se comportaria em razão do funcionamento dos 'seus parentes' objetos, o que apenas criaria uma outra forma de servidão (indiferente para o potencial novo opressor). Assim, no meu ponto de vista, o autor critíca essa lógica binária e nos faz pensar que uma relação harmoniosa entre o animado e o inan...