O processo de desenvolvimento do não-objeto do grupo não foi realizado de maneira metódica com idealização, planejamento e execução certeiros. Depois de muito pensar, com muitas incertezas, ideias não práticas e sabendo que o grupo queria trabalhar com linhas e com a noção de trama, chegou-se, de forma bem instintiva e experimental, a um resultado.
A maioria dos desenhos foram realizados posteriormente à idealização e execução do protótipo.
Visitando o parque em alguns dias, percebemos que em dias de semana a Ilha dos Amores tem poucos frequentadores, algo que muda muito nos domingos em que o fluxo aumenta significativamente (segue imagem). As pessoas vão para esse local para conhecer/explorar, tirar fotos ou em busca de algum atalho (o que acaba em frustração).
O Não-Objeto do grupo consistiu em três estruturas principais em tripé feitos com canos de PVC. Essa materialidade era leve, de fácil acesso e fácil de trabalhar. Essas estruturas podiam ser movidas para diferentes lugares da Ilha dos Amores, permanecendo próximas uma das outras ou não. Em uma delas (a maior) existia uma espécie de bolsa de crochê (feito por um membro do grupo) contendo novelos de linha, no caso lã (outra materialidade presente no não-objeto e a que tem maior contato com usuário). A linha de lã, que estava em grande quantidade e tinha partes tricotadas por dois dos integrantes do grupo, permitia um sensorial interessante e prazeroso Uma das possibilidades de interação era a partir do manuseio dessas linhas nos tripés.







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