Na primeira interação com o público, na quinta, houve um grande grupo de pessoas (estudantes da EAD) interagindo com o não-objeto ao mesmo tempo. A forma como foi usado, provavelmente, foi baseado em um uso prévio feito pelo grupo do trabalho. As pessoas, então, foram fazendo tramas/teias com as linhas jogando várias novelos ao mesmo tempo para diferentes pessoas em diferentes lugares. Isso possibilitou uma dinâmica bem interessante, até que rápida e o resultado final foi um grande emaranhado de linhas.
Na segunda interação, no domingo, o público em geral não estava muito apto a interagir com as peças. Dessa forma, foi necessário convidar as pessoas que passavam para manusear de alguma forma o não-objeto. A maior parte dessas pessoas utilizaram os elementos de formas bem exploratórias, mas sem aumentar muito a escala de intervenção ou de localização, ficando concentradas em pequenas partes, seja fazendo brincadeiras como cama de gato ou amarrando alguma peça externa à estrutura ou até tricotando os fios.
Segue imagens:






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